5.11.09

Projetos paralelos não tão secretos

Não sou e nem nunca fui lá grande fã de Green Day. Aliás, só conheço o último álbum, 21th Century Breakdown, e nunca tinha prestado realmente atenção na banda. Que não é ruim, aliás. O Green Day, porém, tem outras bandas, sendo que duas delas já se tornaram algumas das minhas preferidas: The Network e Foxboro Hot Tubs. A primeira um post-punk/new wave, com o álbum Money Money 2020 e a segunda é um Garage Rock, com o álbum Stop Drop and Roll!!!, de 2003 e 2008, respectivamente.

Ambas as bandas tem certa semelhança com o Green Day – e não poderia ser diferente, se tratando dos mesmos caras. Com o Hot Tubs a semelhança se restringe ao timbre do vocalista. Já com o Network, cujo vocal é um pouco distorcido, me parece, sinto um quê de Green Day nos arranjos. Cada uma das bandas, no entanto, tem seu estilo e sua proposta. Os caras do Green Day gostam de variar, de fazer música diferente, pelo visto, mas pelo que pude notar dos fãs, qualquer mudança é mal recebida. Tudo ou quase tudo o que li a respeito dos dois últimos álbuns do Green Day tem de uma pitada de desagrado até comentários bem revoltados sobre eles terem virado emos, entre outros adjetivos e críticas. Daí surgiu criar bandas paralelas secretas, mesmo que acabam desmascaradas.


Como sempre digo, minha opinião sobre música é leiga e de alguém que ouve de Spice Girls a Velvet Underground, mas essas duas bandas são realmente muito boas - acho até melhores do que o próprio Green Day - e merecem muito serem ouvidas. Dark Side of Night, do FHT, já é uma das minhas mais ouvidas, seguida de Love and Money (The Network).

20.10.09

Layout novo

Só pra constar.

Me enrolei meses pra inventar uma coisa bacana e acabei fazendo isso, em pouco tempo.

21.8.09

Roommate II – A saga continua

Estou dividindo apartamento há cerca de um mês com duas das gurias mais piradas que já conheci na vida. Passando duas semanas de férias suínas na casa dos meus pais, essa última semana foi a terceira na minha mais recente moradia. De lá aconteceram alguns pequenos atritos, ou melhor dizendo, pequenos absurdos que, postos todos na mesma história, eu não acreditaria se me contassem. Começaram com pequenas coisas normais entre roommates, como uma reclamação sobre louça - nesse aspecto eu tenho que reconhecer que sou meio relaxada, mas juro que na ocasião não havia motivo - e manchas invisíveis na prateleira da geladeira, seguindo por valores de contas não muito claros.

Outro dia, por volta das 23h30, levei pro apê um casal de amigos. Ficamos alguns minutos conversando na sala sem sermos notados, até que meu amigo foi ao banheiro e Roommie1 ouviu, me chamando em seguida pra esclarecer. Expliquei. OK. Meus amigos foram embora pouco depois e eu fui para o meu quarto me tornar vítima da insônia.

No dia seguinte Roommie1 ligou pra Roommie2 contando que cheguei de madrugada com dois caras, fizemos barulho e alguém vomitou no banheiro.

Hein?

Aparentemente, Roommie1 levantou pra ir ao banheiro e tinha vômito por todos os lados, tendo que bater no meu quarto pedindo que eu fosse limpar. Quando eu disse que isso não havia acontecido, a mocinha insinuou que eu não lembrava devido ao meu estado alcoólico.

Na última terça feira de manhã Roommie1 me liga:

R1 - Queria te perguntar... Você fumou?
Eu (acordando) - Fumei?
R1 – É, queria saber se você fumou ontem...
Eu – Não.
R1 – Ah, é que hoje acordei com alergia, toda vermelha blá blá blá sou uma pessoa que não sabe ser direta.
Eu – Mas não fumei, não.
R1 – É que foi falado pra você que não podia fumar porque eu tenho alergia...

Asma. Roommie2 disse que não aceitavam fumantes porque você tinha asma.

Eu – Mas eu não fumei.
R1 – É que é a única coisa que me dá alergia...

Peraê! Roommie1 um dia me disse que tinha alergia a praticamente qualquer coisa com cheiro! Como assim a única coisa?

R1 - ... E a Roommie2 também comentou... O cheiro de cigarro tava forte no apartamento inteiro!
Eu – Mas eu não fumei.
R1 – Então, eu só queria pedir pra você não fazer isso de novo...
Eu – Mas eu não fumei.

Parei de prestar atenção.

1.8.09

Mudanças

Muitas mudanças na minha vida. Mudança de apartamento, mudanças na faculdade, mudanças internas. O blog, que andava criando teias de aranha, vai ganhar um novo layout assim que eu tiver vontade.
E mais uma coisa nova: enquanto o blog anda abandonado, apareço de vez em quando no twitter.

23.5.09

Diário de uma louca

Entrei no consultório do psiquiatra em busca de um diagnóstico. Minhas reclamações: insônia, ansiedade, falta de atenção, indisposição e outras coisas que não lembrava mais, indicando problemas com memória a curto prazo.

Hipocondríaca do jeito que sou, tinha uma lista de diagnósticos possíveis, que incluía Déficit de Atenção, Transtorno de Ansiedade Generalizada, Transtorno Bipolar, entre outros tantos transtornos inventados pela ciência . No entanto sempre tive um pé atrás com psicotrópicos. E qualquer outro medicamento, pra dizer a verdade. Tenho pra mim que a maioria não serve pra nada além de enriquecer laboratórios, mas isso se deve a minha paranóia mania de acreditar – e formular – teorias conspiratórias.

Saí do consultório do psiquiatra apenas com uma receita sem saber ao certo de quê, cujas palavras ali escritas eram impossíveis de se decifrar. Decidi dar um voto de confiança àquele profissional que se deu ao trabalho de me diagnosticar (em segredo, pois não me disse nada) e me dar uma receita. Comprei o tal remédio e descobri que se tratava de um antidepressivo. Hipocondríaca do jeito que sou, fui logo lendo a bula pra saber de antemão quais seriam as minhas reações adversas.

São elas, entre outras: insônia, distúrbios de concentração, alucinações, ansiedade, agitação, hostilidade, despersonalização e DEPRESSÃO.

OK, então. Mal posso esperar pelas alucinações.

18.5.09

Saudades de alguma coisa

Um breve desabafo...

Síndrome de domingo. Dá vontade de comer não sei o quê. Dá vontade de fazer alguma coisa, da saudade de algo. Mas não precisa ser domingo. Toda hora é hora para uma melancolia. Melancolia de sempre ou uma nova nostalgia, tanto faz. E qualquer coisa serve pra desencadear a tristeza: vale uma música, uma foto antiga, uma foto nova - visto que não preciso fazer parte da foto para que ela me traga sensações - ou uma simples frase. Qualquer coisa é motivo pra pensar no passado, no futuro e até num presente paralelo.

Um presente paralelo é uma vida que poderia ter. Uma vida que um dia você quis ou imaginou pra você, a vida que você achava que teria ou a vida que você teria se... Se. E então você cai no passado de novo. Pensa e repensa em coisas que aconteceram há dois, cinco... Dez anos. Pequenas coisas que provocaram verdadeiras revoluções pessoais, grandes decisões tomadas... E erros cometidos.

Nos últimos dias percebi que coisas que aconteceram há 10 anos me afetam ainda hoje muito mais do que imaginava. Coisas que julgava ter esquecido, enterrado, mas que estão aí, ditando meu comportamento na minha vida de adulta. Coisas que não cabem à vida de adulta que eu to tentando ter.

Enfim, tentei contatar algumas pessoas desse passado. Conversar, matar a saudade, entender, dizer coisas entaladas na garganta há 10 anos. Saudades, mágoas, amizade. Tudo aquilo a que eu tenho direito. Não deu certo. Nem todo mundo se importa. Que seja.

7.5.09

"O Réquiem de Verônica" - trailer

No último mês fiz pra faculdade um curta metragem. Foi estressante, cansativo e tivemos va-ários problemas durante o processo, principalmente na pré-produção. Mas posso afirmar que, apesar de tudo, foi um experiência incrível. Um verdadeiro aprendizado e muito gratificante. O curta será exibido hoje na faculdade e em breve num link perto de você. Enquanto isso, assista ao trailer de "O Réquiem de Verônica":




Ficha Técnica
Gênero: Drama
Tempo de Duração: 13 min
Ano: 2009
Direção: Karoline Stockschneider e Zé Geraldo
Roteiro: Karoline Stockschneider e Zé Geraldo
Produção: Jony Brunning, João Paulo de Miranda, Jonatha Zimmer, Zé Geraldo, Karoline Stockschneider e Luiz Carlos Modesti Jr
Direção de Produção: Jony Brunning
Direção de Fotografia: Luiz Carlos Modesti Jr
Edição e Sonoplastia: Karoline Stockschneider e Zé Geraldo